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Archive for the ‘Poesias’ Category

Árvores em Bandeja

Será que qualquer semelhança pode ser mesmo mera coincidência?


Árvores em Bandeja


Ela colocou uma flor no cabelo…

Vermelha

Um gesto feminino e indecente

Fez pra provocar, tenho certeza…

E aquele sorriso incandescente?

Parece que o céu se abre quando ouço sua risada…

Alegre, descontraída e cheia de segundas intenções.

Os olhinhos puxados escondem revelações

Fatos narrados por lábios pequenos que poderiam sussurrar no meu ouvido

Mas não sussurram

Tento abstrair e vejo pequenas árvores em bandejas…

Meia luz, colagens nas paredes…

Ao mesmo tempo a música toca

Acalentadora.

Distraio-me até o momento em que sinto um perfume

O perfume da moça da flor no cabelo

Ela faz pra provocar, tenho certeza!

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Quando crescer…

Quando crescer…

Quando crescer quero ser ninguém
Vagar pelas ruas, ver e não ser visto
Quando crescer quero que minhas curvas sejam como as de um violão
A cada toque um sentimento, uma resposta, uma sensação…

Vou viver de poesia
Da mais pura palavra
Sorver das letras o ar
Ar que enche meus pulmões e contamina minhas células

Quando crescer quero viajar
Viajar em seu corpo
Viajar em seus pensamentos
Viajar sem rumo
Rumo ao infinito

Quero ser grande
Grande o suficiente para parar
Parar e olhar
Sem medo de perceber e realizar

Quando crescer quero ser espiral
Espiral e espiritual
Me interligar e formar uma unidade
Depois desligar e sentir
Sentir a quebra e o recomeço

Quero ser amor
Poder amar e crer
Crer que você também me vê e quer sentir
Sentir meus cabelos, meu toque…

Quero correr entre as ruas e me fundir ao vento
Sussurar pelas paredes que sou sua
Acalentar os que dormem com sonhos de luz
Meus pulmões sufocados pelos seus beijos
Beijos que não passam de sonhos

Não quero despertar
O Sol insiste, fecho os olhos
Com a esperança de crescer
Crescer em mim
Crescer em você

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Fome

Fome


Sensação de vazio…

Devoraria milhões de abraços e um único beijo

Encheria todo meu coração com carícias

Um sorriso

Uma palavra doce

Milhões de pessoas em volta e o vazio não passa.

Esse vazio que vem de mim

Não passa!

Não passa!

Não passa!

Bastaria uma conversa

Um olhar

Um toque…

A fome continua

Dói por dentro

Queria sorver o mundo

Alimentar minh’alma

Olhar seus olhos

E estar perto de Deus

Ainda não sei o porquê da vida…

Qual sua essência?

Muito fácil seria se pudéssemos tratá-la como um projeto

Objetivos, metodologia, justificativa, análises.

Qual o referencial mais adequado?

Qual o limite entre bem e mal?

A fome piora

Queria sugar a vitalidade de alguém

Como um vampiro em busca de sangue para sobreviver

Mas sei que não posso, tenho que achar dentro de mim a razão

Razão pra continuar…

Continuar distribuindo sorrisos, abraços, carinhos.

A fome passa quando distribuo os alimentos da alma…

Inversão de papéis

Queria eu ser a vítima e doar minha própria vitalidade

Vampiros que me procuram em busca de sangue para continuar (sobre)vivendo

Me leve pra eu ser leve

A dor da fome faz meu corpo contorcer

Suspiros atrapalham minha respiração

Resolvo não pensar

Tenho sono e vou dormir

Com a esperança de que amanhã sentirei menos fome

Fome de amor.

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Recadinho:

Alucino Maluco, onde vc achou esse tal de J. Macalé? Para de fuçar nos discos de vinil dos seus avós! Sabia que esse cara é o que cantava o Hino Nacional!?!?!? Quase fui à lua para achar a música, mas achei… rs. Ela não eh bemmm minha cara, mas gostei da melodia e do instrumental que é MARAVILHOSO!

Valeu o lembrete.

Abraços

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Novidade:

Entrei no mestrado, youpyyyyyyyyyyyyyyyy.

Vontade de:

1. Tomar um porre federal pra celebrar.

2. Dormir 16 horas seguidas depois do porre.

3. Levantar, comer 10 barras de chocolate com 0.0 de Kcal e gordura Trans.

4. Deitar denovo e assistir um filme bemmmmmm meloso dakeles que amo e quase morro de chorar, tipo ‘Um sonho de liberdade’ e ‘A bela e a fera’

Hahahahahah

Viva o ócio!

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